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Na história

Pimpão brilha e se iguala a Jairzinho como maior artilheiro do Fogão na Libertadores
Atualizado em 11-08-2017, 03:08

Parece uma sina. E talvez até seja. O casamento entre Rodrigo Pimpão e Conmebol Libertadores Bridgestone vem construíndo uma bela história. Na noite desta quinta-feira, na classificação para as quartas de final do torneio, foi escrito mais um capítulo glorioso. O atacante marcou o segundo gol alvinegro, na vitória por 2 a 0, sobre o Nacional-URU, e se tornou, ao lado de Jairiznho, o maior artilheiro do clube na competição continental, com cindo gols. Orgulhoso e agradecido, o camisa 17 comentou o feito alcançado na carreira.

- Igualar a marca de grandes ídolos e craques do futebol brasileiro é motivo de orgulho. O Jairzinho, tudo que fez pelo esporte, pelo o Botafogo...gratidão, esse é o sentimento. Espero seguir escrevendo minha história, chegar o mais longe possível com essa camisa e fazer mais gols, quem sabe - disse.

O atacante, que balançou as redes nos jogos mais decisivos do Glorioso na Libertadores, analisou seu desempenho nesta temporada e lembrou a importância de sua obediência em campo. Ciente da responsabilidade, mas sem se apegar aos números, o jogador contou que trabalha para ajudar a equipe, sobretudo.

- Isso se resume em dedicação. Sempre para o time. Fiquei alguns jogos sem fazer gol no Brasileiro. Sou atacante e cobrado para balançar as redes, mas as pessoas esquecem da participação tática, de ajudar na recomposição. O Jair me pede isso, procuro ajudar e, claro, quando tiver a chance na frente concluir. Hoje fui feliz, espero continuar - frisou.

Por fim, como nem tudo é perfeito, Pimpão lamentou as cenas de vandalismo proprocionadas pelos torcedores uruguaios no fim da partida, quando muitos quebraram cadeiras do setor sul do Estádio Nilton Santos. De acordo com o atleta, medidas devem ser tomadas para que esses episódios, de uma vez por todas, deixem de acontecer no futebol.

- Acho que a nossa equipe não quis entrar em provocação. A chegada que deram no Guilherme não existe. A torcida quebrar nosso estádio...lamentável. Estavam cantando, legal, mas depois fizeram isso. A gente pede paz sempre. É complicado. Tem que punir. Não pode chegar em 2017 e ainda acontecer esse tipo de coisa - comentou.

Fernando Morani